Calculadora de Pavimento Flexível

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Calculadora de Pavimento Flexível

Método Empírico CBR · IP-06/2004 · IPR-719 · Manual de Pavimentação
Texto desta aba: Projeto: Exportar memória:
Identificação do Projeto
Dados de Entrada — Número N e CBR
—
Definido na aba Número N · N = operações de eixo padrão de 8,2 tf
Capacidade de suporte — ensaio CBR (DNIT 172/2016)
Camada de reforço (igual ao subleito se não houver)
Material de sub-base granular
Material granular ou estabilizado
Base, sub-base e reforço em múltiplos deste valor
Mínimo construtivo para camada base
Mínimo construtivo sub-base / reforço
Define o número de subcamadas de execução
Majora a proteção exigida da sub-base
Fator aplicado sobre H₂₀
—
H₂₀ exigido na inequação [1] (cm)
—
Espessura total física (cm)
—

Coeficientes Estruturais (K) por Camada
K = 2,0 (DNIT IP-06/2004)
BGS / granular compactado
Material granular selecionado
Solo melhorado / estabilizado
Resultados — Espessuras Equivalentes (Fórmula CBR)
N (projeto)
—
H₂₀ — CBR_eff = min(CBR_sb, 20)
—
Hn — sobre reforço (CBR_ref)
—
Hm — sobre subleito (CBR_sub)
—

H = 77,67 × N0,0482 × CBR−0,598  [cm]  — DNIT IP-06/2004

Tabela de Dimensionamento — Camadas e Espessuras
CamadaMaterialCBR mín (%) K (coef. estrutural)Esp. Mín. (cm)Esp. Adotada (cm)
Revestimento (CBUQ) Concreto Betuminoso Usinado a Quente — — — —
Base (B) Brita Graduada Simples / Macadame — — — —
Sub-base (SB) Material Granular Selecionado — — — —
Reforço do Subleito (R) Solo Melhorado / Estabilizado — — — —
Verificação das Inequações — IP-06/2004
Calcule para ver inequação 1
Calcule para ver inequação 2
Calcule para ver inequação 3
Estrutura Final Adotada
Revestimento CBUQ (cm)
—
Base (cm)
—
Sub-base (cm)
—
Reforço Subleito (cm)
—
Espessura total — física (cm)
—
Espessura equivalente — R·KR + B·KB + h₂₀·KS + hn·KRef (cm)
—
Situação das três inequações
—
—
—
Cálculo Altimétrico do Subleito e do Lençol Freático
Referência de nível do levantamento
Positivo acima do RN, negativo abaixo
Positivo acima do RN, negativo abaixo
Medida a partir da boca da sondagem
Afastamento vertical exigido em projeto
Resulta do dimensionamento
Cota do greide acabado (m)
—
Cota do subleito crítico (m)
—
Cota da boca da sondagem (m)
—
Cota do lençol freático (m)
—
Afastamento vertical (m)
—
Situação
—

Cota do greide = RN + desnível do greide · Cota do subleito = greide − espessura total · Cota da boca = RN + desnível da boca · Cota do lençol = boca − profundidade do N.A. · Afastamento = cota do subleito − cota do lençol.

Confirmar que o N.A. informado representa a condição crítica sazonal e que greide e sondagem usam o mesmo RN.

Análise de Sensibilidade ao CBR (×0,50 a ×2,00)
Fator CBRCBR_subCBR_refCBR_sb H₂₀ (cm)Hn (cm)Hm (cm) CBUQ (cm)Base (cm)Sub-base (cm)Reforço (cm)Total (cm)
Exportar Dimensionamento:
Quadro 6.1 — Seleção do Número N (IPR-719 / Manual de Pavimentação)

Selecione o cenário de tráfego que melhor representa a via em projeto. O valor de N será transferido automaticamente para a aba Dimensionamento.

Via Local — LEVE
N = 1,00 × 10⁵
Vias locais, tráfego predominantemente de passeio
Via Local e Coletora — MÉDIO
N = 5,00 × 10⁵
Vias coletoras com tráfego moderado
Via Local e Coletora — MEIO PESADO
N = 2,00 × 10⁶
Vias coletoras com ônibus e caminhões leves
Coletoras e Estruturais — PESADO
N = 2,00 × 10⁷
Vias estruturais com tráfego pesado
Coletoras e Estruturais — MUITO PESADO
N = 5,00 × 10⁷
Corredores de carga e terminais
Faixa Exclusiva de Ônibus — VOL. MÉDIO
N = 1,00 × 10⁷
BRT / faixa exclusiva moderada
Faixa Exclusiva de Ônibus — VOL. PESADO
N = 5,00 × 10⁷
BRT de alto volume / corredor exclusivo pesado
Personalizado
N = —
Informe o valor abaixo
N Adotado
Cenário selecionado: Via Local e Coletora — MEIO PESADO
2.000.000
Tráfego Médio-Pesado

Este valor é usado automaticamente na aba Dimensionamento.

Classificação do Tráfego — Referência IPR-719
Número NClassificaçãoCenário típicoEsp. mín. CBUQ (cm)
N ≤ 10⁶LeveVias locais (tratamento superficial no Manual; aqui adotado 5,0 cm)5,0
10⁶ < N ≤ 5 × 10⁶MédioVias coletoras5,0
5 × 10⁶ < N ≤ 10⁷Médio-PesadoVias estruturais7,5
10⁷ < N ≤ 5 × 10⁷PesadoCorredores urbanos, BRT10,0
N > 5 × 10⁷Muito PesadoRodovias, terminais12,5
Exportar Número N:
Memória de Cálculo Descritiva — Pavimento Flexível (IP-06/2004)

Preencha os dados na aba Dimensionamento para gerar a memória de cálculo.

Exportar memória:
Seções Transversais por Estaca

Uma seção para cada estaca da aba Topografia, com o terreno, o greide, a largura e o pavimento daquela estaca. Escolha o trecho que quer ver.

Cada desenho traz a sua legenda de cores (camadas do pavimento, berma, meio-fio, terreno, corte, aterro, formação e N.A.). O caimento e o meio-fio vêm da aba Topografia. As áreas de corte, aterro e reaterro incluem a plataforma e os taludes, e são as mesmas usadas na tabela de volumes.

Padrões para Todas as Estacas
No corte vertical as camadas do pavimento ocupam toda a largura escavada, sem reaterro. Use talude só quando o terreno puder cisalhar ou desmoronar; aí o espaço ao lado do pavimento recebe reaterro.
Cada lado, dentro da largura da plataforma da estaca
Quadro Resumo das Seções

Preencha a aba Topografia para ver o resumo.

Exportar Seção Transversal:
Topografia — Estaqueamento, Cotas e Volumes

Preencha as cotas do terreno (esquerda, eixo e direita), a cota do greide, a largura da plataforma e os caimentos. O programa calcula a cota de formação, as áreas de corte e aterro de cada seção e os volumes entre estacas. O cálculo é automático a cada digitação; o botão Recalcular só é necessário depois de alterar o Dimensionamento. Corte e aterro são medidos contra a cota de formação (greide menos a espessura estrutural), e não contra o greide.

—
—
Estaca (m) Terreno Esq. (m) Terreno Eixo (m) Terreno Dir. (m) Greide Eixo (m) Largura (m) Cota N.A. (m) Form. Eixo (m) Área Corte (m²) Área Aterro (m²) Δ Trecho (m) Corte (m³) Aterro (m³) Reaterro (m³) CBUQ (m³) plano · c/ caimento Base (m³) plano · c/ caimento Sub-base (m³) plano · c/ caimento Reforço (m³) plano · c/ caimento Afast. N.A. (m) Status
Volumes Acumulados e Resumo da Obra
Extensão Total (m)
—
Volume de Corte (m³)
—
Volume de Aterro (m³)
—
Bota-Fora (m³)
—
Área Pavimentada (m²) — plana · com caimento
—
Volume CBUQ (m³)
—
Volume Base (m³)
—
Volume Sub-base (m³)
—
Reaterro Lateral (m³)
—
Volume Reforço Subleito (m³)
—
Status Geral
—

Observação: não estão considerados nos volumes os coeficientes de empolamento dos materiais. Nos volumes das camadas do pavimento, o primeiro valor usa a área plana e o segundo, a área com o caimento transversal.

Exportar Topografia:
Relatório Técnico — Pavimento Flexível (IP-06/2004)

Preencha os dados de dimensionamento para gerar o relatório técnico completo.

Exportar Relatório:
Materiais e Requisitos — Pavimento Flexível (IPR-719)
CamadaMaterial preferencialAlternativasRequisito mínimoControleObservaçãoReferência
Revestimento CBUQ — Concreto Betuminoso Usinado a Quente Pré-misturado a quente (PMQ), TSD K=2,0 (fixo) Marshall, Lottman, granulometria Faixa C/D DNIT-ES; ligante CAP 30-45 ou 50-70 DNIT 031/2006-ES; IP-06/2004
Base Brita Graduada Simples (BGS) BGTC, Macadame betuminoso, PMF CBR ≥ 80%; IG=0 CBR, granulometria, LL/LP Compactação ≥ 100% Proctor Normal DNIT 141/2010-ES; IPR-719
Sub-base Material granular selecionado Solo melhorado c/ cimento (SMC), Rachão CBR ≥ 20%; IG=0 CBR, LL/LP, granulometria Compactação ≥ 100% Proctor Normal DNIT 139/2010-ES; IPR-719
Reforço do Subleito Solo estabilizado granulometricamente Solo melhorado c/ cal, Solo-cimento CBR ≥ 12% e < 40%; IG ≤ 1 CBR, LL, IG Espessura calculada pelas inequações DNIT 143/2010-ES; IPR-719
Subleito Solo natural compactado — CBR ≥ 2% CBR, Proctor Terrapleno final compactado DNIT 137/2010-ES
Ensaios Mínimos de Controle de Qualidade
CamadaEnsaioFrequência mínimaNorma
Revestimento CBUQExtração e granulometria de testemunhos1 por 200 m de faixaDNIT 031/2006-ES
Revestimento CBUQGrau de compactação (percussão)2 por estação de 100 mDNER-ME 107/94
Base / Sub-baseCBR e Proctor1 por 1.000 m de rodoviaDNIT 172/2016
Base / Sub-baseGranulometria1 por 500 mNBR 7181
Base / Sub-baseLimites de Atterberg1 por 1.000 mNBR 6459/7180
Reforço / SubleitoGrau de compactação2 por estação de 100 mDNER-ME 162/94
SubleitoCBR de projetoMínimo 3 por trechoDNIT 172/2016
Espessura Mínima de CBUQ — Tabela IP-06/2004
N (eixos equiv.)Esp. mínima CBUQ (cm)Classificação
N ≤ 5 × 10⁶5,0Tráfego leve / médio
5 × 10⁶ < N ≤ 10 × 10⁶7,5Tráfego médio-pesado
10 × 10⁶ < N ≤ 50 × 10⁶10,0Tráfego pesado
N > 50 × 10⁶12,5Tráfego muito pesado
Fontes Técnicas e Referências Normativas
DocumentoTítuloAno
DNIT IP-06/2004Pavimento flexível — dimensionamento pelo método do CBR2004
DNIT IPR-719Manual de Pavimentação2006
DNIT 031/2006-ESPavimentos flexíveis — concreto asfáltico — especificação de serviço2006
DNIT 141/2010-ESPavimentação — base de brita graduada simples2010
DNIT 139/2010-ESPavimentação — sub-base estabilizada granulometricamente2010
DNIT 143/2010-ESPavimentação — reforço do subleito2010
DNIT 172/2016Solos — determinação do índice suporte Califórnia (CBR)2016
NBR 7181Solo — análise granulométricaABNT
Exportar Materiais: